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Título: O Uso do Incenso
Autor(a): Agnus Dei
 

 

O uso do incenso, desde a antiguidade, teve um sentido de purificação e proteção. Aos poucos, no contexto de uma religiosidade mais espiritual, tornou-se símbolo da oração que se eleva a Deus.

No judaísmo, o incenso era símbolo de oração e do sacrifício. O seu odor devia servir, também, para aplacar a ira de Javé. De modo geral, o incenso constitui um símbolo de adoração e de veneração a Deus. Por causa do uso de incenso pelas religiões pagãs, os cristãos dos primeiros séculos mostraram-se avessos ao seu uso na liturgia. Aos poucos, porém, a partir do século IV, começou a ser usado nas tumbas e altares dos mártires.

A bênção do incenso colocado em turíbulos transformou-se num sacramental; a incensação em forma de cruz quer simbolizar o Sacrifício da Cruz; e a incensação das oferendas em forma circular, a total pertença das ofertas a Deus, retirando-as do uso profano.

Na liturgia renovada pelo Segundo Concílio do Vaticano, o incenso mantém ainda o seu lugar. Pelo fato de ser facultativo, não perdeu a sua importância. Ele terá sempre um sentido de oração e sacrifício, de presença de Deus. Na celebração eucarística, ele poderá ser usado para incensar o altar, a cruz, os Evangelhos, as oferendas, o celebrante, a assembléia e o próprio Cristo sacramentalmente presente na hora da consagração. Além disso, pode-se usar o incenso nas Bênçãos do Santíssimo, nas Vésperas Cantadas, nas exéquias e em outras bênçãos de objetos e lugares sagrados.


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